O carvão ativado é um material de carbono com grande porosidade, capaz de coletar seletivamente gases, líquidos ou impurezas no interior dos seus poros, apresentando, portanto, um excelente poder de clarificação, desodorização e purificação destes.

 

Este tipo de carvão é obtido a partir da queima controlada de certas madeiras, a uma temperatura de 800°C a 1000°C. O carvão ativado pode ser feito a partir de cascas de coco, mas também de restos de cortiça (material muito poroso), com caraterísticas excelentes no campo da filtração, desodorização e remoção de radioativos e tóxicos.

 

O carvão ativado é utilizado em diversos ramos das indústrias química, alimentícia e farmacêutica, na medicina e em sistemas de filtragem, bem como no tratamento de efluentes e gases tóxicos, resultantes de processos industriais.




O uso terapêutico do carvão já era descrito por diversos povos da antiguidade, como os Egípcios e os Gregos. Os seus efeitos no combate às intoxicações também eram conhecidos pelos índios americanos. No Séc. XIX apareceram os primeiros relatos de experimentações em público, demonstrando a sua capacidade na neutralização de venenos potencialmente letais.


Tanto o carvão ativado quanto o normal carvão de churrasco são do tipo vegetal. A principal diferença entre eles é a matéria-prima e o tamanho da partícula. O carvão ativado é proveniente da queima da cortiça, de lascas de madeira e por isso é bastante poroso e está em forma de pó. O carvão de churrasco vem da lenha, uma madeira mais dura e, mesmo triturado, não se transforma em pó.

 

Esta alta capacidade de absorção deu ao carvão ativado a possibilidade de tratar os casos de intoxicação. Quando uma pessoa intoxicada por produtos químicos ou veneno chega a uma emergência, os médicos aplicam doses concentradas de carvão ativado diretamente no estômago, via sonda. Após alguns minutos, o carvão é aspirado para fora, absorvendo o conteúdo tóxico.

 

Além disso, o carvão ativado é usado em filtros de água para absorver as impurezas. Uma curiosidade interessante é que ele não absorve água, porque a sua composição química faz com que tenha mais afinidade com componentes oleosos.




O uso terapêutico do carvão já era descrito por diversos povos da antiguidade, como os Egípcios e os Gregos. Os seus efeitos no combate às intoxicações também eram conhecidos pelos índios americanos. No Séc. XIX apareceram os primeiros relatos de experimentações em público, demonstrando a sua capacidade na neutralização de venenos potencialmente letais.


O carvão ativado é utilizado em dietas detox, já que elimina substâncias tóxicas do organismo ou como emplasto em casos de picadas de cobras, aranhas, escorpiões, abelhas e vespas, pois absorve o veneno. É ainda utilizado de forma profilática na prevenção e combate de infeções.




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