A canela é uma especiaria obtida a partir da casca interna de várias espécies de árvores do género Cinnamomum (família Lauraceae).

É usada tanto em alimentos doces como em salgados. O nome também se refere à cor acastanhada da especiaria, depois de moída.

A canela obtida a partir da espécie Cinnamomum Verum é frequentemente considerada como "canela verdadeira", mas a maioria da canela que circula no mercado internacional é derivado de espécies relacionadas, em especial da Cinnamomum Cassia, a "cássia". Assim, canela é o nome comum de mais de uma dezena de espécies do género Cinnamomum e das especiarias produzidas a partir do seu ritidoma. Apenas algumas espécies de Cinnamomum são cultivadas comercialmente para produção de especiarias.




Diz-se que a verdadeira (Cinnamomum Vera ou C.zeylanicum), da família das lauráceas, é originária do Ceilão, tendo sido depois introduzida no Sudoeste da Índia. A sua cultura, no entanto, estendeu-se ao Brasil e a destinos como a Martinica, Madagáscar, Java, Jamaica, Vietname e Seicheles.

A canela já foi mais preciosa do que o ouro e a prata. O poder aromático desta planta era já conhecido na China e na Índia, no Século IX A.C.

A canela da China (Cinnamomum Cassia), utilizada há mais de 5 mil anos, tem sabor mais ardente e a sua cor é mais avermelhada.

Os antigos egípcios valorizavam muito a canela e utilizavam-na para embalsamar os mortos e também em práticas de bruxaria. Os antigos gregos e romanos já a conheciam através das suas rotas de guerra e comércio.

Em 1536, os portugueses conquistaram o Ceilão com o único propósito de alcançar o lucrativo monopólio do comércio da canela, mas entraram em guerra com os holandeses com estes ganhar controlo sobre as especiarias do Sudoeste Asiático e monopolizar este comércio durante bastante tempo (tendo-o, no entanto, perdido para os franceses e mais tarde, no Século XVIII, para os Ingleses).

Entretanto, o herborista inglês do Século XVII, Nicholas Culpeper, já recomendava a canela como preventivo contra o escorbuto.




A canela estimula o sistema gastrointestinal, circulatório e respiratório, tendo acção revigorante sobre o organismo. Foi sempre utilizada para combater vários problemas gastrointestinais como a flatulência, a perda de apetite, a diarreia, parasitas e espasmos intestinais.

Aquece o organismo, sendo muito útil para tratar gripes, constipações e febres. É um antibacteriano das vias respiratórias, ajudando a aliviar alguns tipos de asma. É também um afrodisíaco e um antiespasmódico muito aconselhado no tratamento de dores menstruais, dores de cabeça, vómitos, mau hálito, pés e mãos frias. Investigações recentes comprovaram que a canela ajuda a baixar o açúcar no sangue, sendo recomendada em alguns casos de Diabetes Tipo 2. Na Índia era recomendado como anti-conceptivo feminino. O seu óleo essencial tem propriedades antifúngicas e anestésicas e é eficaz em massagens, sendo diluído num óleo base para dores reumáticas, arterite e dores musculares.




Diz-se que a verdadeira (Cinnamomum Vera ou C.zeylanicum), da família das lauráceas, é originária do Ceilão, tendo sido depois introduzida no Sudoeste da Índia. A sua cultura, no entanto, estendeu-se ao Brasil e a destinos como a Martinica, Madagáscar, Java, Jamaica, Vietname e Seicheles.

A canela já foi mais preciosa do que o ouro e a prata. O poder aromático desta planta era já conhecido na China e na Índia, no Século IX A.C.

A canela da China (Cinnamomum Cassia), utilizada há mais de 5 mil anos, tem sabor mais ardente e a sua cor é mais avermelhada.

Os antigos egípcios valorizavam muito a canela e utilizavam-na para embalsamar os mortos e também em práticas de bruxaria. Os antigos gregos e romanos já a conheciam através das suas rotas de guerra e comércio.

Em 1536, os portugueses conquistaram o Ceilão com o único propósito de alcançar o lucrativo monopólio do comércio da canela, mas entraram em guerra com os holandeses com estes ganhar controlo sobre as especiarias do Sudoeste Asiático e monopolizar este comércio durante bastante tempo (tendo-o, no entanto, perdido para os franceses e mais tarde, no Século XVIII, para os Ingleses).

Entretanto, o herborista inglês do Século XVII, Nicholas Culpeper, já recomendava a canela como preventivo contra o escorbuto.




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