O Vaccinium myrtillus é um arbusto que pertence à família Ericaceae (família da azálea). As plantas são arbustos de pequeno porte, nativos da Eurásia e que também crescem em sub-bosques das florestas temperadas da Europa.


Em Portugal cresce espontaneamente no norte do país (Minho e Trás-os-Montes) e na Serra da Estrela. O concelho de Sever do Vouga, por ação de um estudo de uma fundação holandesa, introduziu a variante americana desta planta em 1986/87. Até então, não existia em Portugal nenhuma plantação desta espécie, apenas se realizando a colheita em plantas silvestres na região do Gerês e de Montalegre, onde recebe o nome de Arando ou Arandano.




O mirtilo já era um fruto utilizado pelo Homem desde o século XVI, principalmente devido às suas propriedades antioxidantes e antibacterianas. Conhecido como o “Rei dos Antioxidantes” e o “Fruto da Juventude”, este pequeno fruto está no topo dos alimentos com maior teor de antioxidantes, ultrapassando as vantagens de outros vegetais, como os repolhos, espinafres e brócolos. É rico em vitaminas A, B, C e PP, possuindo também sais minerais, magnésio, potássio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, açúcares, pectina, tanino, ácido cítrico, málico e tartárico.

A versatilidade culinária é outra das características que lhe está associada, pois combina com caça, saladas e outros pratos, pode ser usado na pastelaria em tartes, bolos, pudins, biscoitos, gelados, batidos, no fabrico de rebuçados, não podendo deixar de se salientar o chá e compotas, confecionados a partir destas pequenas bagas. O mirtilo é uma planta medicinal, da qual se podem usar quase todas as partes da planta, flores, folhas, fruto e raízes, sendo o fruto que contém mais antioxidantes, que previnem o envelhecimento. Atua em casos de diarreias graves e é indicado para uma ação local no alívio de inflamações na boca. Já foi muito utilizado contra febres, sedo atribuída à mirtilina uma ação antibacteriana.




Em Portugal cresce espontaneamente no norte do país (Minho e Trás-os-Montes) e na Serra da Estrela. O concelho de Sever do Vouga, por ação de um estudo de uma fundação holandesa, introduziu a variante americana desta planta em 1986/87. Até então, não existia em Portugal nenhuma plantação desta espécie, apenas se realizando a colheita em plantas silvestres na região do Gerês e de Montalegre, onde recebe o nome de Arando ou Arandano.




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