A romã é uma infrutescência da romãzeira (Punica Granatum). Fruto vulgar no mediterrâneo oriental e médio oriente, é tomado como sumo, aperitivo, sobremesa ou, algumas vezes, como bebida alcoólica. O seu interior é subdividido por finas películas, que formam pequenas sementes comestíveis.

As melhores são as maiores e as mais pesadas, com casca firme e acastanhada. Mas, se encontrar romãs originárias do Afeganistão, de tom vermelho muito vivo e com, pelo menos, 10 cm de diâmetro, não hesite: estas são conhecidas como as melhores romãs do mundo!

Segundo é possível apurar, a romãzeira provém da Grécia, Síria e Chipre e também do Oriente Próximo. A importância da romã é milenar e aparece nos textos bíblicos, associada às paixões e à fecundidade. Os gregos consideravam-na um símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois acreditava-se que tinha poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do Ano Novo, acreditando-se que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.



Porque são tão saudáveis?

• Porque não tem gordura nenhuma, apenas hidratos de carbono (e em quantidade reduzida) que dão energia de forma imediata, e um elevado teor de água, que lhe confere uma incomparável suculência e ajuda a manter o corpo saudável e hidratado.

• Porque têm uma quantidade significativa de potássio, o que, aliado ao seu reduzido nível de sódio, ajuda a repor o nível hídrico das células. Isto traduz-se numa recuperação mais eficaz da saúde das células, melhorias no sistema nervoso e muscular e numa redução da tensão arterial.

• Porque são ricas em substâncias antioxidantes (flavonóides, pró-vitamina A e vitamina C, bem como em taninos (responsável pela sensação áspera do sabor da romã) que ajudam a controlar os níveis de colesterol.

• Porque possuem uma acção anti-inflamatória, digestiva e purificadora do sangue.



As melhores são as maiores e as mais pesadas, com casca firme e acastanhada. Mas, se encontrar romãs originárias do Afeganistão, de tom vermelho muito vivo e com, pelo menos, 10 cm de diâmetro, não hesite: estas são conhecidas como as melhores romãs do mundo!

Segundo é possível apurar, a romãzeira provém da Grécia, Síria e Chipre e também do Oriente Próximo. A importância da romã é milenar e aparece nos textos bíblicos, associada às paixões e à fecundidade. Os gregos consideravam-na um símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois acreditava-se que tinha poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do Ano Novo, acreditando-se que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.



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